sábado, 12 de setembro de 2009

POIS É

Não são poucas as razões das nossas preocupações em relação às próximas eleições. Achamos que as mesmas preocupações, também atormentam alguns poucos políticos sérios. Principalmente pela escassez de verdades, precariedade das discussões, bem como pela safadeza e manipulação de informações. Na última reunião entre os interessados e os desinteressados, quem deveria falar não disse quase nada; quem deveria se defender, falou menos ainda. Os que de longe fingiam só assistir, saíram desconfiados, mas não fizeram nada, e o povo ficou convencido de mais uma tramóia. Neste contexto, o contínuo, o caseiro, o mordomo e a secretária continuaram com a culpa. Prevaleceram as meias verdades daqueles que sabem muito bem seduzir e as vozes misteriosas mais uma vez decidiram. Ficou tudo como dantes. Permaneceu quem já deveria ter saído e também ficou quem falou que ia sair. E como sugeriu aquele outro, quem queria falar mesmo, engoliu as palavras, talvez para as digerir quando acharem melhor... Pois é, até mais. ( w. catizany)