É lamentável mais uma vez perder a oportunidade, outra vez ter que escolher o menos pior, não o melhor. De um lado, um candidato que ainda prega restos de mediocridade de um plano projetado há vinte anos e que não foi alterado em nada e que foi simplesmente conseqüência de tentar tampar os buracos de um fracassado governo que só pensava em caçar marajás e que no fundo, serviu apenas de laboratório para práticas impraticáveis e palco para vaidades de um Sociólogo e seu grupo; do outro lado, uma candidata teleguiada, formada nas entranhas de um grupo sem identidade dos tempos das greves, dos mensalões e outras falcatruas e imposta por um governo que se mantém na popularidade através de distribuição de benesses, inclusive internacionais, e que carrega na sua base de sustentação políticos de todo naipe, especialmente os por ele combatido corretamente em um passado recente. Nos debates, que deveriam criar caminhos para resolver os problemas do país, ainda juntam os nanicos de uma bandeira só, e nos palanques que deveriam ser de discussões sérias, de soluções urgentes, servem apenas para acusações mútuas, para as brigas de sempre e onde continua faltando o respeito e a capacidade. Talvez seja por isso que aqueles vinte e sete milhões de eleitores brasileiros com menos instrução, menos informação, menos ideologia e mais personalismo, mais uma vez vão decidir as eleições e o Brasil outra vez... E não é... ( w. catizany)
- Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar ou consumir álcool em excesso, diz um estudo publicado recentemente. Os especialistas asseguram que o isolamento é ruim para a saúde e, no entanto, essa é uma tendência cada vez maior em um mundo industrializado no qual "a quantidade e a qualidade das relações sociais estão diminuindo enormemente". Estudos prévios demonstraram que as pessoas com menos relações sociais morrem antes daquelas que se relacionam mais com amigos, conhecidos e parentes
