sábado, 12 de setembro de 2009

POEMA

De pé, olhar infinito,
Dou corda ao pensamento.
E vejo aquele ser humano
Sentado no banquinho de pedra

Defronte à sua casa...
Cem anos de existência !
Vago e divago
Pelo infinito da imaginação
E às vezes até saio de mim
E não consigo definir cem anos
De vida ilibada.
E a única conclusão que chego
É que quem percorre este caminho
Ou é louco

Ou é uma alma perfeita:
Cem anos de vida... ( w.catizany)

Obs.: Parabéns e nosso abraço “Sô Antônio Rufino,

Cem anos são cem anos !