De pé, olhar infinito,
Dou corda ao pensamento.
E vejo aquele ser humano
Sentado no banquinho de pedra
Defronte à sua casa...
Cem anos de existência !
Vago e divago
Pelo infinito da imaginação
E às vezes até saio de mim
E não consigo definir cem anos
De vida ilibada.
E a única conclusão que chego
É que quem percorre este caminho
Ou é louco
Ou é uma alma perfeita:
Cem anos de vida... ( w.catizany)
Obs.: Parabéns e nosso abraço “Sô Antônio Rufino,
Cem anos são cem anos !
