segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

POIS É

E mais um ano chega ao fim. Além dos sentimentos normais de um final de ano e a renovação das esperanças para um novo começo, nosso senso de retrospecto nos permite afirmar com certeza de que tudo que sabemos, é que tudo mudou, mas continua a mesma coisa. Alguma coisa agrada a todos; mas na maioria das vezes também tudo prejudica a todos, tudo mesmo. Por isso, rimos, choramos, ganhamos, perdemos, enchemos de esperança, de desesperança, protestamos e às vezes até perdemos o nosso poder de indignação. Mas é assim sempre , fim de ano, e os relógios podem parar, o tempo nem sempre. Em alguns bons momentos até desejamos que a vida pare um pouco. Mas na maioria das vezes ficamos até gratos que o fluxo do tempo caminhe. Dezembro é, sem dúvida, um momento inigualável. Além da beleza das festas, dos fogos e dos presentes, envolve os mais fortes e verdadeiros sentimentos do ser humano. É um pedaço do ano no qual as pessoas mais se abraçam, mais se compreendem, mais se perdoam, portanto, mais se aproximam. É quando paramos para refletir sobre as coisas que fizemos e deixamos de fazer, quando nos unimos para sermos verdadeiros, amigos e solidários, quando as diferenças deixam de existir, quando doamos sem pensar em receber ou quando o amor parece ser infinito. Que bom seria se todos os meses do ano fossem iguais a dezembro, cheios de luz, caridade, reza, agradecimento, postura e decisão. Enfim, o segredo da felicidade está no desejo de realizarmos nossos maiores sonhos e de vibrarmos muito com todas as conquistas dos outros. Feliz natal para todos ... Pois é. ( w.catizany)