Tu eras a essência da razão, a síntese do amor ou simplesmente tu, nossa paixão. Na intimidade, Lucy. Dona Lucy, comadre Lucy, Lucy minha irmã. Vovó da roça, Vovó de Santo Antônio, Vó Lucy. Mãe, mãezinha, mãezona de todos... E foram doze, mais uma, mais outras que já se foram e tantos outros de adoção diária. Tu eras simplesmente tu, companheira, companhia, conselheira, exemplo e guia. Tu eras a importância, a forma e o conteúdo de um destino que se moldava a cada instante, incessantemente. Tu eras a intenção do bem que qualquer história avalizava. Eras tudo, principalmente, para quem, sempre, e agora, neste poema, quis te relembrar e enaltecer ...
