Deus está em decadência ? Não, Deus em sua onipotência nunca estará em decadência, nem para os ateus que muitas vezes chamam pelo seu nome até sem querer. Mas, as religiões sim, estão falindo, principalmente pelo despreparo de seus multiplicadores e pela falta de vocação de seus pregadores. Hoje transformou-se em indústria, comércio ou meio de ganhar dinheiro. É venda de imagem, de CD, de vela, de livro, de terço; é cobrança de casamento, de batizado, de missa, etc. Para completar, ainda tem as quermesses, os leilões, o dízimo, a esmola. Do lado de cá, involução, continuísmo, ingerência e incompatibilidade com os tempos modernos; do lado de lá, falsos milagres, massacre da pobreza e ganância; acolá, autoritarismo, terrorismo e lavagem cerebral; e de todos os lados, o capitalismo selvagem, a exploração das pessoas, o enriquecimento ilícito. E assim, autoridades religiosas de religiões diversas vão usando a fé das pessoas, a palavra de Deus como instrumento e se intrometendo na política, na vida das pessoas, na indústria, no comércio e no mundo dos crimes. Daí, a condenação absurda do uso da camisinha e dos tipos legais de aborto, as excomunhões descabidas, a prática da pedofilia, a corrupção de religiosos políticos, etc. Que Deus me perdoe, pois quem mostra a verdade não pode merecer castigo... Pois é. ( w.catizany)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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RAPIDINHAS
Reservar vagas para negros e índios ou estudantes pobres nas universidades públicas não resolve uma injustiça histórica – e cria ainda mais problemas... Acompanhe as confusões na Educação... Quem pagou por uma educação fundamental e básica melhor para os filhos, dançou !!!
A doença é da Dilma, mas Lula insiste em ser dono do show. Isto é grave e não se cura em nenhum hospital !!!!
Um carpinteiro de Taiwan comprou um DVD pornô e acabou descobrindo a traição de sua mulher que fazia sexo com um amigo num motel, segundo o jornal taiwanês "Liberty Times”... Cuidado gente !!!
Um cidadão de Taiwan foi ao banheiro e sentou normalmente na privada, mas não imaginava o que o esperava: ele levou uma mordida de uma cobra no pênis, segundo o jornal "China Times"... É cobra picando cobra !!!
Você viu lá no Supremo ? Era briga de gente graúda. Só tinha palavrão: Mídia, personal de segurança, vossa excelência, etc. Êita coisa feia !!!
Segundo o MEC 20,3 % dos docentes da Educação Básica no Brasil não poderia dar aulas: têm menos escolaridade que os alunos... Pois é...
Machistas, cuidado antes de disparar ofensas às esposas... Na Malásia já é proibido aos homens chamar suas esposas de “feias”... No Brasil já há a Lei Maria da Penha ! E não é ?
PALAVRA FRANCA
Santo Antônio
Quando Santo Antônio nasceu , seus pais deram-lhe o nome de Fernando. Ainda pequeno já fazia suas orações , pedindo a proteção de Deus. Quando cresceu tornou-se padre franciscano. Em Pádua na Italia, viveu a maior parte de sua vida. Ali ele soube que seu pai estava preso, porque era acusado de ter matado um jovem . Então ele foi defender o pai, mas os juizes não quiseram acreditar nele. Disse Santo Antônio, se vocês não acreditarem em mim, farei o morto falar. Foram ter com o morto e o morto falou não ser o pai de Santo Antônio o assassino. Um outro fato digno de nota ,foi num dia um moço veio confessar a Santo Antônio haver maltratado sua mãe, dando-lhe um ponta pé.Então para mostrar ao jovem que aquilo não se fazia , recriminou-o dizendo que seu pé devia ser cortado. Chegando em casa, o moço ficou arrependido e com um facão cortou o seu próprio pé. A mãe começou a gritar e foram buscar Santo Antônio. Este veio e pegou o pé do moço e colocou-o no lugar e o jovem começou a andar. É o protetor das crianças, por isso é apresentado nas Igrejas, carregando uma criança. Seu dia: 13 de junho. ( www.historiadosantos.com.br)
POEMA
Busquei em rostos e sorrisos,
Procurei na rua, no dia-a-dia,
Percorri caminhos e trilhas,
E quando pensei que era o fim
Que não mais encontraria
A minha alma gêmea,
A minha felicidade,
Surgiu você.
E como uma criança carente
Entreguei-me por completo,
E como uma fada madrinha
Você iluminou a minha vida,
Ensinando-me a arte do amor.
Então inventamos todas as emoções,
Crescemos com nossos sentimentos
Compartilhando tristezas e alegrias
E nos transformamos em amigos,
Cúmplices e amantes.
E mais uma vez hoje,
A vida nos dá a oportunidade
De reviver e celebrar
Este caso que nasceu do ocaso,
Propositalmente
No dia dos namorados.
(w. catizany)
Procurei na rua, no dia-a-dia,
Percorri caminhos e trilhas,
E quando pensei que era o fim
Que não mais encontraria
A minha alma gêmea,
A minha felicidade,
Surgiu você.
E como uma criança carente
Entreguei-me por completo,
E como uma fada madrinha
Você iluminou a minha vida,
Ensinando-me a arte do amor.
Então inventamos todas as emoções,
Crescemos com nossos sentimentos
Compartilhando tristezas e alegrias
E nos transformamos em amigos,
Cúmplices e amantes.
E mais uma vez hoje,
A vida nos dá a oportunidade
De reviver e celebrar
Este caso que nasceu do ocaso,
Propositalmente
No dia dos namorados.
(w. catizany)
E NÃO É
O BEBUM
Na terrinha, nos tempos idos, o que mais a gente esperava era os fins de tarde, quando juntava parte da meninada da rua para brincar. Era a “peladinha de sempre”, o “finca”, o “Brasil contra a Alemanha”, o “31 de janeiro”, o “polícia e o ladrão”, etc. Uma algazarra geral que às vezes até incomodava os vizinhos. Eu gostava mesmo era das histórias do Tião Garagem, do Tonho do Augusto, do Zé Cândido, do Chiquinho e do Zé da Nega, cinco conterrâneos da rua de cima que todos os dias após o trabalho braçal, enxugarem uma pinguinha “arretada” e tomarem um banho na cachoeira, faziam ponto na “boca da ponte” p’ra prosearem e aguardarem a hora de colocar o esqueleto na horizontal. Ali a gente ficava conhecendo através deles, a roça mais produtiva, a melhor marca de fumo, o tamanho do peixe fisgado e perdido, o perigo de um cascavel amoitado nas ramas do feijão miúdo, o produtor da melhor cachaça, os blefadores do truco, os locais assombrados, enfim as histórias antigas do povo e do lugar. E eu vibrava com as interpretações, com as risadas e as narrativas simples mas rica de detalhes daqueles exímios contadores de causos. Preferia sempre ouvir aquele quinteto do que brincar com pessoal da minha idade. Ainda recordo das gargalhadas quando um deles contou a história do “Gélo” acontecida nos fins dos anos sessenta. O distinto personagem morava lá pelas bandas do Tabuleiro e quando aparecia na rua, bebia vinte quatro horas seguidas, sete dias por semana e às vezes trinta dias no mês; uma barbaridade. A família do “bebum” já andava preocupada com sua saúde, com as gozações do pessoal da rua e as dívidas nos “butecos”, principalmente no Joãogenor”. Mas nosso amigo, apesar da bebida, era engraçado, uma pessoa folclórica, responsável, honesto e bom pagador. Nos momentos de abstinência trabalhava que nem um condenado e mantinha seu nome sempre limpo junto às pessoas e aos comerciantes. Num período que nosso amigo invernou na bebida, os gozadores de carteirinha da rua, resolveram aprontar com o distinto; uma brincadeira infeliz e sinistra, uma idéia horrível, mas é lógico que com conhecimento e aprovação de sua família. Era uma espécie de “simpatia” para livrar o homem da “marvada”. Pegaram o “Gélo” dormindo e bêbado como sempre e aproveitando que estavam capinando e limpando o “campo santo”, o levaram para o cemitério, onde o colocaram num túmulo semi-aberto, que com certeza iria receber algum desencarnado no dia seguinte. Montaram um palco e ficaram por perto à espreita dos acontecimentos. Quem sabe que, com aquela lição, ele parava de beber. Passado algum tempo, alguém chegou “amoniaco” no nariz do falso morto e ele acordou assustado naquele cenário e botou a boca no mundo: - Cruz credo ! Onde estou? Que lugar é este ?... Algumas pessoas, propositalmente desconhecidas, que estavam rezando de mentirinha, naturalmente num suposto túmulo do lado, disseram: - Você morreu, morreu de tanto beber, seu corpo vai ser enterrado nesta tarde e sua alma vai viajar ainda hoje por este infinito até o céu. Este é o seu velório... O “Gélo”, pensativo e sério, sem perder as estribeiras, olhou para um lado e para outro, contorceu o corpo magrelo, conseguiu ficar sentado e piscando além do normal, indagou: Ei, ei, pessoal, o Joãogenor fica longe daqui ? ... Preciso tomar uma saideira... Vamos que nessa minha viagem que vai ser longa, não encontro nenhum “buteco” na beira da estrada, né ? ... E não é ? (w.catizany)
Na terrinha, nos tempos idos, o que mais a gente esperava era os fins de tarde, quando juntava parte da meninada da rua para brincar. Era a “peladinha de sempre”, o “finca”, o “Brasil contra a Alemanha”, o “31 de janeiro”, o “polícia e o ladrão”, etc. Uma algazarra geral que às vezes até incomodava os vizinhos. Eu gostava mesmo era das histórias do Tião Garagem, do Tonho do Augusto, do Zé Cândido, do Chiquinho e do Zé da Nega, cinco conterrâneos da rua de cima que todos os dias após o trabalho braçal, enxugarem uma pinguinha “arretada” e tomarem um banho na cachoeira, faziam ponto na “boca da ponte” p’ra prosearem e aguardarem a hora de colocar o esqueleto na horizontal. Ali a gente ficava conhecendo através deles, a roça mais produtiva, a melhor marca de fumo, o tamanho do peixe fisgado e perdido, o perigo de um cascavel amoitado nas ramas do feijão miúdo, o produtor da melhor cachaça, os blefadores do truco, os locais assombrados, enfim as histórias antigas do povo e do lugar. E eu vibrava com as interpretações, com as risadas e as narrativas simples mas rica de detalhes daqueles exímios contadores de causos. Preferia sempre ouvir aquele quinteto do que brincar com pessoal da minha idade. Ainda recordo das gargalhadas quando um deles contou a história do “Gélo” acontecida nos fins dos anos sessenta. O distinto personagem morava lá pelas bandas do Tabuleiro e quando aparecia na rua, bebia vinte quatro horas seguidas, sete dias por semana e às vezes trinta dias no mês; uma barbaridade. A família do “bebum” já andava preocupada com sua saúde, com as gozações do pessoal da rua e as dívidas nos “butecos”, principalmente no Joãogenor”. Mas nosso amigo, apesar da bebida, era engraçado, uma pessoa folclórica, responsável, honesto e bom pagador. Nos momentos de abstinência trabalhava que nem um condenado e mantinha seu nome sempre limpo junto às pessoas e aos comerciantes. Num período que nosso amigo invernou na bebida, os gozadores de carteirinha da rua, resolveram aprontar com o distinto; uma brincadeira infeliz e sinistra, uma idéia horrível, mas é lógico que com conhecimento e aprovação de sua família. Era uma espécie de “simpatia” para livrar o homem da “marvada”. Pegaram o “Gélo” dormindo e bêbado como sempre e aproveitando que estavam capinando e limpando o “campo santo”, o levaram para o cemitério, onde o colocaram num túmulo semi-aberto, que com certeza iria receber algum desencarnado no dia seguinte. Montaram um palco e ficaram por perto à espreita dos acontecimentos. Quem sabe que, com aquela lição, ele parava de beber. Passado algum tempo, alguém chegou “amoniaco” no nariz do falso morto e ele acordou assustado naquele cenário e botou a boca no mundo: - Cruz credo ! Onde estou? Que lugar é este ?... Algumas pessoas, propositalmente desconhecidas, que estavam rezando de mentirinha, naturalmente num suposto túmulo do lado, disseram: - Você morreu, morreu de tanto beber, seu corpo vai ser enterrado nesta tarde e sua alma vai viajar ainda hoje por este infinito até o céu. Este é o seu velório... O “Gélo”, pensativo e sério, sem perder as estribeiras, olhou para um lado e para outro, contorceu o corpo magrelo, conseguiu ficar sentado e piscando além do normal, indagou: Ei, ei, pessoal, o Joãogenor fica longe daqui ? ... Preciso tomar uma saideira... Vamos que nessa minha viagem que vai ser longa, não encontro nenhum “buteco” na beira da estrada, né ? ... E não é ? (w.catizany)
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